quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Vicio em Internet




Conceito: A Dependência da Internet manifesta-se como uma inabilidade do indivíduo em controlar o uso e o envolvimento crescente com a Internet e com os assuntos afins, que por sua vez conduzem a uma perda progressiva de controle e aumento do desconforto emocional. Com efeitos sociais significativamente negativos, os indivíduos que despendem horas excessivas na Internet, tendem a utilizá-la como meios primários de aliviar a tensão e a depressão, apresentam a perda do sono em conseqüência do incitamento causado pela estimulação psicológica e a desenvolver problemas em suas relações interpessoais.
Além disso, os dependentes usam a rede como uma ferramenta social e de comunicação, pois têm uma experiência maior de prazer e de satisfação quando estão on-line, podendo este ser um fator preditor para a dependência. Nesta vertente, alguns estudos consideram a sensação subjetiva de busca e/ou a auto-estima rebaixada, timidez, baixa confiança em si mesmo e baixa pró-atividade como outros fatores preditores para o uso abusivo da Internet.
- Critérios de dependência de Internet Apresentar, pelo menos, 5 dos 8 critérios abaixo descritos:
(1) Preocupação excessiva com a Internet
(2) Necessidade de aumentar o tempo conectado (on-line) para ter a mesma satisfação
(3) Exibe esforços repetidos para diminuir o tempo de uso da Internet
(4) Irritabilidade e/ou depressão
(5) Quando o uso da Internet é restringido, apresenta labilidade emocional (Internet como forma de regulação emocional)
(6) Permanece mais conectado (on-line) do que o programado
(7) Trabalho e as relações sociais ficam em risco pelo uso excessivo
(8) Mente aos outros a respeito da quantidade de horas conectadas
– Tipos de Dependência: E-mails, chats (salas de bate-papo), jogos on-line, compras, sites com conteúdo especifico (eróticos, de relacionamento, bolsa da valores, busca de informações e etc).


Uma pesquisa realizada no Reino Unido indica que trabalhadores britânicos desperdiçam em média dois dias de trabalho por mês com buscas inúteis na Internet.

A pesquisa da instituição YouGov diz também que 70% dos 34 milhões de internautas do país perde quase um terço do seu tempo online em buscas que não têm objetivo definido. Os homens seriam o grupo mais afetado pelo problema, que analistas de hábitos na internet batizaram com a sigla WILF, juntando as primeiras letras da frase "o que eu estava buscando?" em inglês ("what was I looking for").
Sexo e compras - Um terço dos internautas chegou a admitir que essas pesquisas inúteis chegaram a prejudicar o relacionamento com suas parceiras. Os maiores culpados pelos problemas identificados na pesquisa seriam os sites de compras e os de conteúdo sexual. "No entanto, o estudo mostrou que, embora as pessoas se conectem com algum objetivo, elas têm tantas ofertas e distrações online, que muitos se esquecem porque estão lá e para quê, e acabam surfando sem destino durante horas", disse Lloyd.

Veja as características de usuários graves de internet, que passam muito tempo e que podem ter dependência de internet

- Pessoas inteligentes e mentalmente muito ágeis
- Referem passar o “dia todo” conectados
- Pertencentes a todas as faixas etárias
- Apresentam depressão e/ou ansiedade
- Preferem as interações virtuais as reais
- Utilizam a internet como uma forma de expressão daquilo que realmente são e pensam (refúgio)
- Ciclo de amizades e de relacionamentos muito empobrecido
- Desenvolvem idiossincrasias na rede
Vale a pena fazermos uma reavaliação do uso deste importante instrumento tecnológico, mas que tem feito muitas vitimas pelo seus excessos.
Virgilio Nascimento

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Quem morre por último

Do que o mundo precisa? essa é a pergunta que não quer calar e que cada pessoa tem uma resposta.
Do que você precisa? talvez de um emprego, entrar numa boa faculdade, pagar suas dívidas, ou até mesmo solucionar seu problema de relacionamento, mas o que o mundo ou você que está lendo esta coluna agora, diria de alguém que passou 12 anos tentando se curar de uma grave doença, gastando dinheiro com remédios e médicos, e quando acha que não tem solução, confia apenas se tocasse na veste de um Homem enviado por Deus ficaria curado? Ou o que pensar de um homem cujo o servo estava morrendo, não pediu que Jesus fosse a sua casa para curar o servo, ele tinha certeza que Jesus poderia curar seu servo de onde ele estava mesmo, sem precisar se deslocar de onde ou do que estava fazendo? ou quem entregaria seu próprio filho para morrer por pessoas infiéis, esperando que elas se transformem em pessoas maravilhosas não importa o dia?


Loucos? otimistas demais? ou apenas esperançosos?


Mais uma vez a pergunta: do que o mundo precisa? do que e você precisamos? o que dar a uma pessoa depressiva? 
A resposta é: ESPERANÇA.


Sim, o mundo precisa de esperança, nós precisamos ter esperança, esperança de que se aquele emprego não deu certo, é por que Deus tem um emprego melhor para você, se o relacionamento acabou, a esperança faz com que as pessoas dêem a volta por cima e adquiram um relacionamento novo, ESPERANÇA é o que devemos dar aos depressivos, aflitos e desesperados. É o que devemos dar ao mundo.


Quem morre por último? acaso não sabemos que é a esperança? todos nós queremos nos agarrar a algo ou alguém quando tudo nos parece perdido, e na esperança que nos agarramos, mesmo que esta seja um fio, os esperançosos sempre esperam "uma luz no fim do túnel".
A ESPERANÇA É JESUS. ELE tem tudo que todos nós precisamos, o emprego que você precisa, a casa que você sonha, o casamento que vai lhe fazer feliz... basta apenas confiar nELE, entregar os seus planos nas mãos DELE, e fazer sua parte. "...e todas as outras coisas vos serão acrescentadas"


Pense nisto:
"o mundo é uma tragédia para os que sentem, e uma comédia para os que pensam "
" a esperança é a última que morre" e ainda é capa de ressucitar!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A voz na música sacra

O que a performance vocal secular tem a ver com a música cristã contemporânea?

Tudo. Os cantores evangélicos não inventaram nenhum modo de cantar. Mesmo ao escolher o padrão de voz ideal para cantar determinado estilo musical, suas interpretações também estão calcadas quase inevitavelmente nas performances dos cantores seculares.

Se a influência vocal é inevitável, por outro lado temos que reconhecer que o artista cristão entra com suas particularidades vocais e interpretativas, moldando sua própria maneira de cantar. Embora todo mundo conheça alguém que faça cover gospel.  

A cantora Elis Regina é considerada um paradigma vocal. Entretanto, apesar da alta qualidade de muitas de suas interpretações, Elis não raro enveredava pelo caminho do canto expansivo/excessivo, “colocando” a lágrima e o riso na voz, teatralizando a canção, pois tudo convinha ao seu modo interpretativo quase sempre transbordante. Seria o oposto da interpretação mais arejada de cantoras como Nara Leão e, atualmente, Roberta Sá (MPB) ou Diana Krall (jazz).

O estilo Elis Regina de interpretação com toda aquela entrega performática representa aqueles intérpretes que tendem a “cantar vivendo a letra da música”.

As igrejas cristãs brasileiras não abdicaram dessa maneira de cantar. Para citar exemplos: Aline Barros e Leonardo Gonçalves são cantores cujo repertório muitas vezes demanda uma forma expansiva de cantar. Outros intérpretes, como João Alexandre e Regina Mota, tem a voz mais contida, como aquelas da MPB.

Fique entendido também que os cantores que apresentam esse contraste vocal entre si não são superiores uns aos outros, embora cada um tenha sua preferência pessoal. A personalidade de cada cantor, a percepção das exigências de cada canção e gênero musical, os registros de extensão de cada voz (se soprano, mezzo ou contralto, se tenor ou barítono), tudo isso faz parte da diversidade natural dos grupos religiosos.

Por outro lado, é difícil negar que, na igreja, há momentos no culto que requerem uma forma mais contida de cantar. O canto excessivamente teatral sobrecarrega a canção, a qual, geralmente, já apresenta elementos dramáticos na letra e na melodia. A atenção da congregação acaba sendo dirigida ao gestual, às expressões faciais exageradas, ao maneirismo vocal. Alguns precisam desenvolver a percepção de que há momentos na adoração em que o menos vale mais.

Atualmente, uma referência de muitos admiradores da voz são as cantoras norte-americanas. Não as cantoras do jazz, mas as estrelas do pop. As musas do momento são Mariah Carey e seus hiperagudos, Celine Dion e seus gorjeios apaixonados, Beyoncé e seus melismas dramáticos. Essas três cantoras, donas de um talento vocal insuspeito, são os rouxinóis inspiradores da filosofia “grito, logo existo”. As divas do american brega inspiram boa parte dos concorrentes anônimos dos concursos televisivos de cantoria.

Por mais divertidos que possam ser tais programas, e até mesmo reveladores de talentos genuínos, a insistência na fórmula agudo-melismático-meloso gera clones que satisfazem a audiência, mas produzem o mal do novo século: o maneirismo melodramático.

Não é difícil identificar o que é maneirismo vocal quando se percebe a diferença entre cantar “eu sei que vou te amar” e esgoelar “and I-I-I-I-I-I-I-I-I-I-I will always love you-U-U-U-U-U-U-U-U-U”. As novas gerações de espectadores se acostumaram a tal ponto com esse segundo modo de cantar que chegam a renegar os cantores que apresentam uma forma contida de interpretar.

Repito, não quero dizer que só exista uma forma adequada de cantar. No entanto, quando os fãs de música gospel assoviam e entram em histeria coletiva na hora em que seus cantores prediletos dão seus gritinhos apaixonados-por-Jesus, penso que é tempo de avaliar o quanto a interpretação excessivamente teatralizada tem contribuído para estimular um comportamento gospel cada vez mais semelhante ao das plateias de espetáculos pop. Além disso, as jovens congregações não estão criando expectativas de performance sacra com base em sua escuta de ídolos da música pop?
 
 

domingo, 23 de janeiro de 2011

Homenagem do H.M

Bom, hoje é aniversário da diretora do Hand melody, e o grupo fez uma pequena homenagem para ela.
E nós do fã clube, mostramos com exclusividade esta linda homenagem.



A propósito, Feliz aniversário Lu!!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Deficiência auditiva e surdez

 Qual a diferença entre surdez e deficiência auditiva?
Por vezes, as pessoas confundem surdez com deficiência auditiva. Porém, estas duas noções não devem ser encaradas como sinónimos.
A surdez, sendo de origem congénita, é quando se nasce surdo, isto é, não se tem a capacidade de ouvir nenhum som. Por consequência, surge uma série de dificuldades na aquisição da linguagem, bem como no desenvolvimento da comunicação.
Por sua vez, a deficiência auditiva é um défice adquirido, ou seja, é quando se nasce com uma audição perfeita e que, devido a lesões ou doenças, a perde. Nestas situações, na maior parte dos casos, a pessoa já aprendeu a se comunicar oralmente. Porém, ao adquirir esta deficiência, vai ter de aprender a comunicar de outra forma.
Em certos casos, pode-se recorrer ao uso de aparelhos auditivos ou a intervenções cirúrgicas (dependendo do grau da deficiência auditiva) a fim de minimizar ou corrigir o problema.

Tipos de deficiência auditiva
• Deficiência Auditiva Condutiva
• Deficiência Auditiva Sensório-Neural
• Deficiência Auditiva Mista
• Deficiência Auditiva Central / Disfunção Auditiva Central / Surdez Central
Deficiência Auditiva Condutiva

A perda de audição condutiva afecta, na maior parte das vezes, todas as frequências do som. Contudo, por outro lado, não se verifica uma perda de audição severa.
Este tipo de perda de capacidade auditiva pode ser causada por doenças ou obstruções existentes no ouvido externo ou no ouvido interno. A surdez condutiva pode ter origem numa lesão da caixa do tímpano ou do ouvido médio.
É vulgar nos adultos a perda de audição condutiva, devido ao depósito de cerúmen (cera) no canal auditivo externo. Nas crianças, a otite média, uma inflamação do ouvido médio, é a causa mais comum de perda de audição condutiva. 


Definição de Deficiencia Auditiva
A deficiência auditiva, trivialmente conhecida como surdez, consiste na perda parcial ou total da capacidade de ouvir, isto é, um indivíduo que apresente um problema auditivo.
É considerado surdo todo o individuo cuja audição não é funcional no dia-a-dia, e considerado parcialmente surdo todo aquele cuja capacidade de ouvir, ainda que deficiente, é funcional com ou sem prótese auditiva.
A deficiência auditiva é uma das deficiências contempladas e integradas nas necessidades educativas especiais (n.e.e.); necessidades pelas quais a Escola tanto proclama.


Deficiência Auditiva

Sensório-Neural
A perda de audição neurossensorial resulta de danos provocados pelas células sensoriais auditivas ou no nervo auditivo. Este tipo de perda pode dever-se a um problema hereditário num cromossoma, assim como, pode ser causado por lesões provocadas durante o nascimento ou por lesões provocadas no feto em desenvolvimento, tal como acontece quando uma grávida contrai rubéola.
A sujeição a ruídos excessivos e persistentes aumenta a pressão numa parte do ouvido interno – o labirinto – e pode resultar numa perda de audição neurossensorial. Essa perda pode variar entre ligeira e profunda. Nestes casos, o recurso à amplificação do som pode não solucionar o problema, uma vez que é possível que se verifique distorção do som.


Deficiência Auditiva Mista
Na deficiência auditiva mista verifica-se, conjuntamente, uma lesão do aparelho de transmissão e de recepção, ou seja, quer a transmissão mecânica das vibrações sonoras, quer a sua transformação em percepção estão afectadas/perturbadas.
Esta deficiência ocorre quando há alteração na condução do som até ao órgão terminal sensorial ou do nervo auditivo. A surdez mista ocorre quando há ambas as perdas auditivas: condutivas e neurossensoriais.


Deficiência Auditiva Central / Disfunção Auditiva Central / Surdez Central
A deficiência auditiva Central, Disfunção Auditiva Central ou Surdez Central não é, necessariamente, acompanhada de uma diminuição da sensibilidade auditiva. Contudo manifesta-se por diferentes graus de dificuldade na percepção e compreensão das quaisquer informações sonoras. Este tipo de deficiência é determinado por uma alteração nas vias centrais da audição. Tal, decorre de alterações nos mecanismos de processamento da informação sonora no tronco cerebral, ou seja, no Sistema Nervoso Central.

Classificação BIAP
(Bureau International d’Audiophonologic)

Graus de surdez:
- Leve – entre 20 e 40 dB
- Média – entre 40 e 70 dB
- Severa – entre 70 e 90 dB
- Profunda – mais de 90 dB
• 1º Grau: 90 dB
• 2º Grau: entre 90 e 100 dB
• 3º Grau: mais de 100 dB


Fonte: http://www.deficiencia.no.comunidades.net/index.php?pagina=1400768552


saiba mais em: www.derbp.com.br/surdo_ot.ppt