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quinta-feira, 30 de junho de 2011

O código da Auto-crítica


Um dos códigos da mente mais importantes, é o  código da Auto-crítica. 


Vou começar definindo o que é a Auto-crítica. Auto-crítica, nada mais é do que a avaliação que você tem de você mesmo, julgamento dos seus comportamentos, sua ações e reações, é a auto-correção do nosso caráter.


Quem decifra este código se liberta de um cativeiro chamado endeusamento. este tipo de cativeiro cega os nossos olhos, de quem realmente somos, assim podemos entrar em um mundo nada real, do tipo que podemos tudo, ou também quem não podemos nada, e assim por diante. Nos deixando tão acorrentados a ponto de nos impedir de escolher muitas vezes o melhor  pra nós mesmos.

Quando deciframos o código da auto-crítica nos tornamos mais humanos, sabemos porque  vivemos e pra que vivemos,damos o devido valor a nossa existência.É o que infelizmente não vemos hoje. Às pessoas  não sabem nem pra onde vão, perderam o amor próprio e o amor para com o outro. Com toda a correria da nossa vida. trabalho, faculdade e etc, que esquecem radicalmente de cuidar da psique, sem ter a noção que ela que comanda as nossas ações e escolhas  do nosso dia-a-dia. Banindo totalmente o código da auto-crítica.
Lembre-se seus comportamentos são sementes...
 
Pra quem deseja decifrar este o código da autocrítica tem de levar em consideração esses observações:

1- Quem gasta compulsivamente no presente poderá se angustutiar no futuro.
2- Quem acha que o seu sucesso é eterno poderá se deprimir ao descobrir que o sucesso  é mais efémero, do que se imagina.
3- Quem se atola de atividades achando que sua saúde é de ferro poderá se surpreender-se quando seu corpo entra em colapso.
4-  Quem leva seus estudos na brincadeira se surpreenderá ao descobrir que perdeu os melhores anos para se preparar para uma sociedade que exclui os que brincam com a vida.
5- Quem acha que o amor dura para sempre e não se preocupa em cultivá-lo poderá se assustar quando seu parceiro perder o encanto e pedir o divórcio.

Se auto-analisar é muito importante, pois em algum  momento você pode  se descobrir um cadáver ambulante, pois só um cadáver se deixar manipulado sem se proteger.

Se fala muito de  proteção da natureza, de gravidez , doenças  e etc.

.E porque não proteger nossa psique?
Se analisar faz bem sabia?

                                                                      Anny Amaral

Baseado : O código da Inteligência - Augusto Cury

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Um pouco de psicológia. Técnicas psiquicas....



Quando estamos na fase colegial nossos educadores nos ensinam a sermos bons administradores, médicos..etc. Nos ensinam a sermos ótimos profissionais, pelo menos é o que esperamos.Mas como a nossa vida não gira em torno somente da vida profissinal, existe o nosso psique que não é menos importante. Pois, sem o controle psicológico vamos a algum lugar?

A nossa  mente é dividida em 3 grandes áreas. As duas primeiras são inconsciente e consciente.A área mais profunda é do inconsciente, pois suas atividades atuam em milésimos de segundos resgatando e  organizando  as informações da memória e por consequência a construção de pensamentos e emoções. Esse fenómeno é chamado de RAM- Registro Automático da Memória, assim construimos a nossa plataforma que forma o nosso EU, que só é a expressão  máxima da consciência crítica da liberdade de escolha. A segunda se refere as variáveis que em frações de segundos que lêem a memória e produzem pensamentos e, imagem mentais  e idéias e fantasias. Quem são as variáveis? Como Estou- seu estado emocional e motivacional, Quem sou eu?-a história existencial arquivada nas janelas da memória, Onde estou?-ambiente social, Quem sou eu geneticamente-natureza genética e a matriz metabólica cerebral,  Como atuo como gestor da pisque- o eu como diretor do roteiro da nossa história. Na terceira área da inteligência, é o resultado das duas primeiras áreas , tendo assim comportamentos perceptíveis, se evidência  o raciocino e sua rapidez capacidade de assimilação de  informações, o nível de maturidade no foco das tensões, inclusão , solidariedade, generosidade....

Para  a nossa psique, um dos pontos importantes é buscar a sabedoria  diante da nossa filosofia de vida e na nossa área psicológica. Precisamos dos  choques da  dúvida e da crítica.  A nossa sociedade se tornou muito conformista, e coitadista também, pois sempre nos conformamos com tudo, e pra piorar  nos fazermos de coitadinhos diante dos problemas. A melhor forma de lidarmos com isto é criarmos um estômago psicológico, como assim? Quando nos alimentamos não há uma absorção dos alimentos? Pois é , da mesma forma podemos tratar a nossa mente, temos que criar um senso crítico das coisas separar os elementos,ou melhor analisar sempre, ponderação. É quase impossível sobreviver de uma forma saudável na sociedade em que vivemos sem ter o senso crítico e a dúvida. A dúvida e a crítica nos tornam atores e atrizes principais do teatro psciquico. O processo é longo e muitas vezes  dolorido, mas fascinante.

Continua....

                                                               Anny Amaral

 Baseado: O código  da  inteligência- Augusto Cury











segunda-feira, 30 de maio de 2011

Descoberta pode ajudar a reescrever história cristã...


Uma antiga coleção de 70 livros pequenos, cada um com 5 a 15 páginas de chumbo, pode desvendar alguns segredos dos primórdios do cristianismo. Para os estudiosos de religião e de história, trata-se de um tesouro sem preço. Ziad Al-Saad, diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia chegou a dizer que pode ser a “descoberta mais importante da história da arqueologia”. Embora ainda estejam divididos quanto à sua autenticidade, especialistas acreditam que se trata da maior descoberta da arqueologia bíblica desde que foram encontrados os Rolos do Mar Morto, em 1947. Os livros foram descobertos há cinco anos em uma caverna (foto) em uma região remota da atual Jordânia. Acredita-se que pertenciam a cristãos que fugiram após a queda de Jerusalém no ano 70 d.C. Documentos importantes do mesmo período já foram encontrados no mesmo local.

Testes iniciais indicam que alguns desses livros de metal datam do primeiro século. A estimativa é baseada na forma de corrosão que atingiu o material, algo que especialistas acreditam ser impossível reproduzir artificialmente. Quando os estudos forem concluídos, esses livros podem entrar para a história como alguns dos primeiros documentos cristãos, antecedendo até mesmo os escritos atribuídos ao apóstolo Paulo.


A maioria das páginas desses livros metálicos é do tamanho de um cartão de crédito. Os textos estão escritos em hebraico antigo, sendo a maior parte em um tipo de código. O britânico David Elkington, acadêmico de arqueologia e de história religiosa antiga, foi um dos poucos a ter examinado os livros. Ele acredita que essa pode ser “a maior descoberta da história cristã”. “É algo de tirar o fôlego pensar que temos acesso a objetos que podem ter pertencido aos santos dos primórdios da Igreja”, disse ele.

Após ter sido descoberto por um beduíno da Jordânia, o tesouro foi adquirido por um beduíno israelense, que está sendo acusado de contrabandeá-lo para Israel, onde está hoje. O governo jordaniano está tentando repatriar as relíquias, mas sem sucesso.

Philip Davies, professor emérito de estudos bíblicos da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, disse haver fortes evidências de que os livros têm uma origem cristã e mostram mapas da Jerusalém do primeiro século. “Há obviamente imagens cristãs. Há uma cruz em primeiro plano, e por trás dela o que tem pode ser o túmulo [de Jesus], uma pequena construção com uma abertura, e atrás disso os muros da cidade… É uma crucificação cristã que ocorreu fora dos muros da cidade.”

A doutora Margaret Barker, ex-presidente da Sociedade de Estudos do Antigo Testamento, explica: “O livro do Apocalipse fala de um livro selado que seria aberto somente pelo Messias. Outros textos da época falam sobre livros de sabedoria selados e de uma tradição secreta transmitida por Jesus aos seus discípulos mais próximos. Esse é o contexto dessa descoberta. Sabe-se que, pelo menos em duas ocasiões, grupos de refugiados da perseguição em Jerusalém rumaram para o leste, atravessaram a Jordânia, perto de Jericó e foram para a região onde esses livros agora foram achados.”

Para ela, outra prova de que o material é cristão e não judaico é o fato de os escritos estarem em formato de livros, não de pergaminhos. “Os cristãos estão particularmente associados com a escrita na forma de livros. Eles guardavam livros como parte de uma tradição secreta do início do cristianismo… Caso se confirmem as análises iniciais, esses livros poderão trazer uma luz nova e dramática para a nossa compreensão de um período muito significativo da história, mas até agora pouco conhecido.”

Ela se refere ao período entre a morte de Jesus e as primeiras cartas do Apóstolo Paulo. Há referências históricas a alguns desses acontecimentos, mas quase nenhum material deixado por quem realmente vivenciou o surgimento da igreja cristã. Essa descoberta sanaria muitas das dúvidas levantadas por outros estudiosos sobre a veracidade dos relatos da existência do que comumente é chamado de “o Jesus histórico”.

(Pavanews, com informações de BBC e Daily Mail)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A voz na música sacra

O que a performance vocal secular tem a ver com a música cristã contemporânea?

Tudo. Os cantores evangélicos não inventaram nenhum modo de cantar. Mesmo ao escolher o padrão de voz ideal para cantar determinado estilo musical, suas interpretações também estão calcadas quase inevitavelmente nas performances dos cantores seculares.

Se a influência vocal é inevitável, por outro lado temos que reconhecer que o artista cristão entra com suas particularidades vocais e interpretativas, moldando sua própria maneira de cantar. Embora todo mundo conheça alguém que faça cover gospel.  

A cantora Elis Regina é considerada um paradigma vocal. Entretanto, apesar da alta qualidade de muitas de suas interpretações, Elis não raro enveredava pelo caminho do canto expansivo/excessivo, “colocando” a lágrima e o riso na voz, teatralizando a canção, pois tudo convinha ao seu modo interpretativo quase sempre transbordante. Seria o oposto da interpretação mais arejada de cantoras como Nara Leão e, atualmente, Roberta Sá (MPB) ou Diana Krall (jazz).

O estilo Elis Regina de interpretação com toda aquela entrega performática representa aqueles intérpretes que tendem a “cantar vivendo a letra da música”.

As igrejas cristãs brasileiras não abdicaram dessa maneira de cantar. Para citar exemplos: Aline Barros e Leonardo Gonçalves são cantores cujo repertório muitas vezes demanda uma forma expansiva de cantar. Outros intérpretes, como João Alexandre e Regina Mota, tem a voz mais contida, como aquelas da MPB.

Fique entendido também que os cantores que apresentam esse contraste vocal entre si não são superiores uns aos outros, embora cada um tenha sua preferência pessoal. A personalidade de cada cantor, a percepção das exigências de cada canção e gênero musical, os registros de extensão de cada voz (se soprano, mezzo ou contralto, se tenor ou barítono), tudo isso faz parte da diversidade natural dos grupos religiosos.

Por outro lado, é difícil negar que, na igreja, há momentos no culto que requerem uma forma mais contida de cantar. O canto excessivamente teatral sobrecarrega a canção, a qual, geralmente, já apresenta elementos dramáticos na letra e na melodia. A atenção da congregação acaba sendo dirigida ao gestual, às expressões faciais exageradas, ao maneirismo vocal. Alguns precisam desenvolver a percepção de que há momentos na adoração em que o menos vale mais.

Atualmente, uma referência de muitos admiradores da voz são as cantoras norte-americanas. Não as cantoras do jazz, mas as estrelas do pop. As musas do momento são Mariah Carey e seus hiperagudos, Celine Dion e seus gorjeios apaixonados, Beyoncé e seus melismas dramáticos. Essas três cantoras, donas de um talento vocal insuspeito, são os rouxinóis inspiradores da filosofia “grito, logo existo”. As divas do american brega inspiram boa parte dos concorrentes anônimos dos concursos televisivos de cantoria.

Por mais divertidos que possam ser tais programas, e até mesmo reveladores de talentos genuínos, a insistência na fórmula agudo-melismático-meloso gera clones que satisfazem a audiência, mas produzem o mal do novo século: o maneirismo melodramático.

Não é difícil identificar o que é maneirismo vocal quando se percebe a diferença entre cantar “eu sei que vou te amar” e esgoelar “and I-I-I-I-I-I-I-I-I-I-I will always love you-U-U-U-U-U-U-U-U-U”. As novas gerações de espectadores se acostumaram a tal ponto com esse segundo modo de cantar que chegam a renegar os cantores que apresentam uma forma contida de interpretar.

Repito, não quero dizer que só exista uma forma adequada de cantar. No entanto, quando os fãs de música gospel assoviam e entram em histeria coletiva na hora em que seus cantores prediletos dão seus gritinhos apaixonados-por-Jesus, penso que é tempo de avaliar o quanto a interpretação excessivamente teatralizada tem contribuído para estimular um comportamento gospel cada vez mais semelhante ao das plateias de espetáculos pop. Além disso, as jovens congregações não estão criando expectativas de performance sacra com base em sua escuta de ídolos da música pop?
 
 

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Deficiência auditiva e surdez

 Qual a diferença entre surdez e deficiência auditiva?
Por vezes, as pessoas confundem surdez com deficiência auditiva. Porém, estas duas noções não devem ser encaradas como sinónimos.
A surdez, sendo de origem congénita, é quando se nasce surdo, isto é, não se tem a capacidade de ouvir nenhum som. Por consequência, surge uma série de dificuldades na aquisição da linguagem, bem como no desenvolvimento da comunicação.
Por sua vez, a deficiência auditiva é um défice adquirido, ou seja, é quando se nasce com uma audição perfeita e que, devido a lesões ou doenças, a perde. Nestas situações, na maior parte dos casos, a pessoa já aprendeu a se comunicar oralmente. Porém, ao adquirir esta deficiência, vai ter de aprender a comunicar de outra forma.
Em certos casos, pode-se recorrer ao uso de aparelhos auditivos ou a intervenções cirúrgicas (dependendo do grau da deficiência auditiva) a fim de minimizar ou corrigir o problema.

Tipos de deficiência auditiva
• Deficiência Auditiva Condutiva
• Deficiência Auditiva Sensório-Neural
• Deficiência Auditiva Mista
• Deficiência Auditiva Central / Disfunção Auditiva Central / Surdez Central
Deficiência Auditiva Condutiva

A perda de audição condutiva afecta, na maior parte das vezes, todas as frequências do som. Contudo, por outro lado, não se verifica uma perda de audição severa.
Este tipo de perda de capacidade auditiva pode ser causada por doenças ou obstruções existentes no ouvido externo ou no ouvido interno. A surdez condutiva pode ter origem numa lesão da caixa do tímpano ou do ouvido médio.
É vulgar nos adultos a perda de audição condutiva, devido ao depósito de cerúmen (cera) no canal auditivo externo. Nas crianças, a otite média, uma inflamação do ouvido médio, é a causa mais comum de perda de audição condutiva. 


Definição de Deficiencia Auditiva
A deficiência auditiva, trivialmente conhecida como surdez, consiste na perda parcial ou total da capacidade de ouvir, isto é, um indivíduo que apresente um problema auditivo.
É considerado surdo todo o individuo cuja audição não é funcional no dia-a-dia, e considerado parcialmente surdo todo aquele cuja capacidade de ouvir, ainda que deficiente, é funcional com ou sem prótese auditiva.
A deficiência auditiva é uma das deficiências contempladas e integradas nas necessidades educativas especiais (n.e.e.); necessidades pelas quais a Escola tanto proclama.


Deficiência Auditiva

Sensório-Neural
A perda de audição neurossensorial resulta de danos provocados pelas células sensoriais auditivas ou no nervo auditivo. Este tipo de perda pode dever-se a um problema hereditário num cromossoma, assim como, pode ser causado por lesões provocadas durante o nascimento ou por lesões provocadas no feto em desenvolvimento, tal como acontece quando uma grávida contrai rubéola.
A sujeição a ruídos excessivos e persistentes aumenta a pressão numa parte do ouvido interno – o labirinto – e pode resultar numa perda de audição neurossensorial. Essa perda pode variar entre ligeira e profunda. Nestes casos, o recurso à amplificação do som pode não solucionar o problema, uma vez que é possível que se verifique distorção do som.


Deficiência Auditiva Mista
Na deficiência auditiva mista verifica-se, conjuntamente, uma lesão do aparelho de transmissão e de recepção, ou seja, quer a transmissão mecânica das vibrações sonoras, quer a sua transformação em percepção estão afectadas/perturbadas.
Esta deficiência ocorre quando há alteração na condução do som até ao órgão terminal sensorial ou do nervo auditivo. A surdez mista ocorre quando há ambas as perdas auditivas: condutivas e neurossensoriais.


Deficiência Auditiva Central / Disfunção Auditiva Central / Surdez Central
A deficiência auditiva Central, Disfunção Auditiva Central ou Surdez Central não é, necessariamente, acompanhada de uma diminuição da sensibilidade auditiva. Contudo manifesta-se por diferentes graus de dificuldade na percepção e compreensão das quaisquer informações sonoras. Este tipo de deficiência é determinado por uma alteração nas vias centrais da audição. Tal, decorre de alterações nos mecanismos de processamento da informação sonora no tronco cerebral, ou seja, no Sistema Nervoso Central.

Classificação BIAP
(Bureau International d’Audiophonologic)

Graus de surdez:
- Leve – entre 20 e 40 dB
- Média – entre 40 e 70 dB
- Severa – entre 70 e 90 dB
- Profunda – mais de 90 dB
• 1º Grau: 90 dB
• 2º Grau: entre 90 e 100 dB
• 3º Grau: mais de 100 dB


Fonte: http://www.deficiencia.no.comunidades.net/index.php?pagina=1400768552


saiba mais em: www.derbp.com.br/surdo_ot.ppt

domingo, 5 de dezembro de 2010

Comprovada a existêcia da familia da Jesus.

A descoberta de um achado aquiológico que comprovam a existência de Jesus e sua família...Que pode confirmar ainda mais a nossa fé.... Pra não perder nenhum detalhe... vou por exatamante como está na matéria que encontrei...

O jornalista e mestre em Teologia, Michelson Borges criticou a mídia pelo silêncio, diante do achado arqueológico referente à família de Jesus. Em entrevista a Rádio Novo Tempo, o especialista qualificou a postura da imprensa como, “no mínimo, tendenciosa” (ao evolucionismo). Ouça a entrevista:

http://www.youtube.com/watch?v=Wm-thDYTo0o&feature=player_embedded

Ela pesa 25 quilos. Tem 50 centímetros de comprimento por 25 centímetros de altura. E está, indiretamente, no banco dos réus de um tribunal de Jerusalém desde 2005. A discussão em torno de uma caixa mortuária com os dizeres “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” nasceu em 2002, quando o engenheiro judeu Oded Golan, um homem de negócios aficionado por antiguidades, revelou o misterioso objecto para o mundo. A possibilidade da existência de um depositário dos restos mortais de um parente próximo de Jesus Cristo agitou o circuito da arqueologia bíblica. Seria a primeira conexão física e arqueológica com o Jesus do Novo Testamento. Conhecido popularmente como o caixão de Tiago, a peça teve sua veracidade colocada em xeque pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA). Em Dezembro de 2004, Golan foi acusado de falsificador e a Justiça local entrou no imbróglio.No mês passado, porém, o juiz Aharon Far­kash, responsável por julgar a suposta fraude cometida pelo antiquário judeu, encerrou o processo e acenou com um veredicto a favor da autenticidade do objecto. Também recomendou que o IAA abandonasse a defesa de falsificação da peça. “Vocês realmente provaram, além de uma dúvida razoável, que esses artefatos são falsos?”, questionou o magistrado. Nesses cinco anos, a ação se estendeu por 116 sessões. Foram ouvidas 133 testemunhas e produzidas 12 mil páginas de depoimentos.
Especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém, Rodrigo Pereira da Silva acredita que todas as provas de que o ossuário era falso caíram por terra. “A paleografia mostrou que as letras aramaicas eram do primeiro século”, diz o professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). “A primeira e a segunda partes da inscrição têm a mesma idade. E o estudo da pátina indica que tanto o caixão quanto a inscrição têm dois mil anos.” O professor teve a oportunidade de segurá-lo no ano passado, quando o objecto já se encontrava apreendido no Rockfeller Museum, em Jerusalém.
Durante o processo, peritos da IAA tentaram desqualificar o ossuário, primeiro ao justificar que a frase escrita nele em araimaco seria forjada. Depois, mudaram de ideia e se ativeram apenas ao trecho da relíquia em que estava impresso “irmão de Jesus” – apenas ele seria falso, afirmaram.
A justificativa é de que, naquele tempo, os ossuários ou continham o nome da pessoa morta ou, no máximo, também apresentavam a filiação dela. Nunca o nome do irmão. Professor de história das religiões, André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, levanta a questão que aponta para essa desconfiança. “A inscrição atribuiria a Tiago uma certa honra e diferenciação por ser irmão de Jesus. Como se Jesus já fosse um pop­star naquela época”, diz ele. Discussões como essa pontuaram a exposição de cerca de 200 especialistas no julgamento. A participação de peritos em testes de carbono-14, arqueologia, história bíblica, paleografia (análise do estilo da escrita da época), geologia, biologia e microscopia transformou o tribunal israelense em um palco de seminário de doutorado. Golan foi acusado de criar uma falsa pátina (fina camada de material formada por microorganismos que envolvem os objetos antigos). Mas o próprio perito da IAA, Yuval Gorea, especializado em análise de materiais, admitiu que os testes microscópicos confirmavam que a pátinaGolan. onde se lê “Jesus” é antiga. “Eles perderam o caso, não há dúvida”, comemorou
O ossuário de Tiago, que chegou a ser avaliado entre US$ 1 milhão e US$ 2 milhões, é tão raro que cerca de 100 mil pessoas esperaram horas na fila para vê-lo no Royal Ontario Museum, no Canadá, onde foi exposto pela primeira vez, em 2002. Agora que a justiça dos homens não conseguiu provas contra sua autenticidade, e há chances de ele ser mesmo uma relíquia de um parente de Jesus, o fascínio só deve aumentar.
Fonte: ISTOÉ 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

 Quadros Poderosos


Na correria da vida...não damos a atenção a algumas coisas... e uma delas são as mensagens subliminares...Você já parou pra observar o que está ao seu redor?E as influências que elas trazem? Pois agora é o momento...

Vou começar contando uma "histórinha".... Havia um homem italiano chamado Bruno Amadio que Assinou como G. Bagolin... Um pintor na época nada famoso que não vendia uma obra... Decidiu participar de um pacto satânico...olha só qual eram as condições... pintar quadros de crianças chorando, mediante a torturas reais...ele se apossou de um orfanato para concluir o pacto e ali concluiu seu ritual... Mas tal escolha acarretaria, uma grandes consequências... famílias todas devastadas...

No livro (apostila) "Satanismo", Daniel Mastral (ex-satanista) comenta:

"Já viram aquelas pinturas de crianças chorando? Formam ao todo 27 quadros (notam o nove ao somarmos os dígitos?). Na verdade estas crianças de fato existiram. Fotografadas antes de serem sacrificadas, posteriormente foram pintadas sob a inspiração de demónios. Toda pintura mostra subliminarmente a imagem de demónios".

Obs.: Quanto ao número dos quadros, Daniel Mastral destacou:

"O preço pago para ele [o autor] ter a fama foi de pintar 27 quadros de crianças, e não que ele só tinha 27 quadros pintados... Foi o preço que ele pagou ao diabo: 27 quadros".

Nada melhor do que a explicação de um ex-satanista (convertido ao Evangelho) para algo maligno.

Olha quais são os quadros...se vocês reconhecerem...comentem...
Segundo alguns colunistas....ele foi entrevistado no fantástico e  disse  que se arrependeu  do pacto depois tanta miséria....que quem tivesse esses quadros que destruíssem...pois ele se espalhou no mundo inteiro.... Por isso também há muitas réplicas...e há muito outros quadros assim...

E olha só seus efeitos....Ocorreram muitos incêndios nos lares que tinham  esses quadros....deixa só eu mostrar a vocês o estrago que fizeram esses quadros...
Observem que o quadro não se queimou.....
E não para por ai.... houve crianças perturbadas... etc...
São as pequenas coisas que fazem a diferença... Posso dizer que é real porque tinha um quadro assim quando criança....E a imagem era muito real....è o momento de fugimos da aparência do mal... Vamos ficar ligados.....valeu?
Que Deus Abençoe Vocês
bjooooo


terça-feira, 9 de novembro de 2010

O que é transtorno do pânico?


O Transtorno do Pânico é considerado um transtorno de ansiedade que é caracterizado por crises de intensa ansiedade e medo. Normalmente tais crises são repentinas e inesperadas e uma vez que a pessoa vivencia uma crise, ela fica com medo de ter novas crises, desenvolvendo nela o “medo de ter medo” novamente.
As pessoas que já passaram por uma crise de pânico sabem o quanto ela é desconfortável. A pessoa que apresenta a crise do pânico tem a sensação, no momento da crise, de estar morrendo ou tendo um ataque cardíaco por causa dos seguintes sintomas: taquicardia, sensação de falta de ar, sensação de aperto no peito, formigamento nas extremidades, calafrios ou ondas de calor, enjôo, sensação de estar perdendo o controle ou de estar ficando louco, sensação de desmaio, sudorese difusa (no corpo todo) ou localizada (mãos e pés), despersonalização (a pessoa tem a sensação de não ser ela mesma, sensação de sair do seu próprio corpo; esta sensação pode acontecer com pessoas ansiosas no momento ou fora do momento de crise do pânico) ou desrealização (sensação de o ambiente em volta ser ou estar diferente). Apesar da sensação de morte iminente, ataque cardíaco ou enlouquecimento, o pânico não mata ninguém! Mas é importante que, apresentando estes sintomas, a pessoa consulte um médico e se submeta a exames cardíacos e neurológicos para que qualquer possibilidade de presença de problemas físicos seja descartada.
Uma característica fundamental que diferencia um ataque de pânico de um ataque cardíaco ou enlouquecimento é o medo. Quando temos um ataque cardíaco ou surtos psicóticos, não há a sensação de medo envolvida, e no pânico sempre haverá o medo presente.
O ataque de pânico é autocontrolável, ou seja, por mais que você não faça nada para que ele termine, o próprio corpo fará com que ele cesse. Isto acontece porque quando o coração dispara e sentimos a taquicardia e a conseqüente falta de ar (sistema nervoso simpático funcionando), isto se torna um alerta para que o sistema nervoso parassimpático entre em ação, fazendo com que os movimentos do coração diminuam e sejam novamente equilibrados e isto faz com que muitos outros sintomas – falta de ar, formigamento, dor no peito, etc. – desapareçam. Por isso, não fique preocupado se não conseguir controlar o pânico porque o seu próprio corpo entrará em ação!
Aqui vão algumas dicas para quando você sentir que vai ter uma crise de pânico ou se você estiver tendo uma:
1) Primeiro de tudo, respire fundo, inspirando e expirando lentamente. É comprovado cientificamente que o exercício da respiração corta as crises de pânico em quase todos os casos! Isto acontece porque um dos sintomas na crise do pânico é a taquicardia, ou seja, a aceleração do coração, que nos dá a sensação de que vamos morrer, ter um ataque do coração ou nos descontrolarmos. Mas isto não acontece na crise do pânico; é só uma sensação! E quando respiramos lentamente, a respiração regula novamente os batimentos cardíacos, fazendo com que a os batimentos cardíacos voltem ao normal e, desta forma, diminua a sensação de falta de ar, de sufocamento e outras coisas ruins que sentimos quando temos o pânico.
2) Procure concentrar-se em alguma coisa fora de você quando sentir que terá o pânico ou se já estiver tendo. Olhe para alguma coisa que esteja acontecendo ao seu redor e preste atenção naquilo. Quando temos o pânico, a nossa tendência é de nos concentrarmos muito em nós mesmos, no que estamos pensando, no que estamos sentindo e quando desviamos a nossa atenção para algo fora de nós mesmos a sensação do pânico vai diminuindo. Faça isso junto com a respiração.
3) Aceite a sua ansiedade! Quando temos o pânico podemos não aceitar que estamos ansiosos e quanto mais pensarmos “eu não posso estar ansioso”, acabamos nos sentindo mais ansiosos ainda por percebermos que a ansiedade não vai embora!
4) Quando se sentir muito ansioso e com pânico, chame alguém e peça para que fique com você por alguns minutos. A companhia de alguém nestas horas pode ser importante para nos sentirmos melhor. As crises de pânico duram poucos minutos e não matam, por mais que a sensação seja a de que você vai morrer!
Pessoas com Transtorno do Pânico podem freqüentemente desenvolver o que chamamos de Agorafobia. Agorafobia também é um transtorno de ansiedade que faz com que a pessoa evite permanecer ou até mesmo ir a lugares ou situações nos quais qualquer escape – no caso de ter pânico ou algum mal estar – seria difícil ou embaraçoso. A pessoa que já viveu ataques de pânico pode desenvolver também o medo de ir a lugares onde ela já teve o ataque de pânico anteriormente. Por isto, o Transtorno do Pânico pode prejudicar a vida profissional, social e estudantil da pessoa envolvida. Caso ela tenha um ataque de pânico no ambiente de trabalho, o medo de voltar àquele lugar pode ser grande o suficiente para que a pessoa não queira mais ir até lá. Isto pode fazer com que os pacientes com o pânico fiquem dependentes de outras pessoas para saírem de casa ou fazerem quaisquer atividades nas quais o medo de ter o pânico esteja presente.
Portanto, se você está com o Transtorno do Pânico procure ajuda especializada e adequada de um psiquiatra e um psicólogo. É possível que nos meses iniciais seja necessário o uso de algum medicamento, dependendo do grau da ansiedade, para que a ansiedade muito alta – que faz com que os ataques de pânico aconteçam – seja controlada e a pessoa volte às suas atividades normais. Mas é importante também que, além do medicamento (que normalmente é temporário), a pessoa procure entender e trabalhar com possíveis conflitos que estejam contribuindo para esta ansiedade. A ajuda do psicólogo, neste caso, é fundamental.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Dia de finados -

Você sabe a origem do dia de finados? qual a sua opnião em relação a este dia?
Hoje no guia de curiosidades vamos conhecer a origem deste feriado e o motivo pelo qual as pessoas comemoram.

Você sabia que o feriado de Finados,celebrado a 02 de novembro, embora originado do cristianismo,foi nomeado de forma diversa à real celebração cristã?
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos. Costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém já se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) suscitam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos". O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram
em estado de graça, mas não foram canonizados. O dia 02/11 celebra todos os que morreram não estando em estado de graça total, mais precisamente os que se encontram em estado de purificação de suas faltas e, assim, necessitam de nossas orações.
Contudo, você sabia que o feriado de Finados, celebrado a 02 de novembro, embora originado do cristianismo, foi nomeado de forma diversa à real celebração cristã? Na realidade, o cristianismo, ao contrário do feriado brasileiro, celebra a lembrança dos FIÉISDEFUNTOS e não o dia de finados.
"Qual a diferença?" - você perguntaria. Entretanto, adentrando-se a fundo no significado e na origem das palavras, podemos notar que há sim uma diferença, e relevante. A palavra finado significa, em sua origem, aquele que se finou, ou seja, que teve seu fim, que se acabou, que foi extinto.
A palavra defunto, por sua vez, originada no latim, era o particípio
passado do verbo "defungor", que significava satisfazer completamente,
desempenhar a contento, cumprir inteiramente uma missão. Mais tarde, foi utilizada e difundida pelo cristianismo, para dizer que uma pessoa morta era aquela que já havia cumprido toda a sua missão de viver. Modernamente, porém, tornou-se sinônimo de cadáver.
O Dia dos Fiéis Defuntos, portanto, é o dia em que a Igreja celebra o
cumprimento da missão das pessoas queridas que já faleceram, através da elevação de preces a Deus por seu descanso junto a Ele. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca, mesmo que esteja distante; amar é saber que o outro necessita de nossos cuidados e de nossas preces mesmo quando já não o podemos ver. Pois a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus e com os irmãos, agora e para sempre.
 FONTE: http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diafinados.html

Aqui está um texto que retrata a origem do dia de finados. mas é preciso também cuidado e atenção com relação às explicações aqui contidas; porque? bem, a igreja católica prega a oração pelos mortos que não alcançaram o estado de graça, ou seja, não morreram arrependidos e portanto, não tiveram seus pecados perdoados; e que os familiares e amigos devem "orar por essas almas" para que alcancem o perdão de Deus e sejam salvos. 
ATENÇÃO!!!
isso é mentira! não ta na bíblia!!!
E mais, a bíblia diz que quando morremos estamos selados para vida ou para a morte eterna, como é possível que uma pessoa depois de morta, possa receber a salvação por meio das orações de pessoas vivas? precisamos ter cuidado com coisas deste tipo ok?

Voltando ao dia de finados,eu particularmente não vejo o pq de celebrarmos o "cumprimento da missão das pessoas que já faleceram". Eles sequer vão saber que estamos celebrando em homenagem a eles!!


Comentários: Mara Morenna