terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A voz na música sacra

O que a performance vocal secular tem a ver com a música cristã contemporânea?

Tudo. Os cantores evangélicos não inventaram nenhum modo de cantar. Mesmo ao escolher o padrão de voz ideal para cantar determinado estilo musical, suas interpretações também estão calcadas quase inevitavelmente nas performances dos cantores seculares.

Se a influência vocal é inevitável, por outro lado temos que reconhecer que o artista cristão entra com suas particularidades vocais e interpretativas, moldando sua própria maneira de cantar. Embora todo mundo conheça alguém que faça cover gospel.  

A cantora Elis Regina é considerada um paradigma vocal. Entretanto, apesar da alta qualidade de muitas de suas interpretações, Elis não raro enveredava pelo caminho do canto expansivo/excessivo, “colocando” a lágrima e o riso na voz, teatralizando a canção, pois tudo convinha ao seu modo interpretativo quase sempre transbordante. Seria o oposto da interpretação mais arejada de cantoras como Nara Leão e, atualmente, Roberta Sá (MPB) ou Diana Krall (jazz).

O estilo Elis Regina de interpretação com toda aquela entrega performática representa aqueles intérpretes que tendem a “cantar vivendo a letra da música”.

As igrejas cristãs brasileiras não abdicaram dessa maneira de cantar. Para citar exemplos: Aline Barros e Leonardo Gonçalves são cantores cujo repertório muitas vezes demanda uma forma expansiva de cantar. Outros intérpretes, como João Alexandre e Regina Mota, tem a voz mais contida, como aquelas da MPB.

Fique entendido também que os cantores que apresentam esse contraste vocal entre si não são superiores uns aos outros, embora cada um tenha sua preferência pessoal. A personalidade de cada cantor, a percepção das exigências de cada canção e gênero musical, os registros de extensão de cada voz (se soprano, mezzo ou contralto, se tenor ou barítono), tudo isso faz parte da diversidade natural dos grupos religiosos.

Por outro lado, é difícil negar que, na igreja, há momentos no culto que requerem uma forma mais contida de cantar. O canto excessivamente teatral sobrecarrega a canção, a qual, geralmente, já apresenta elementos dramáticos na letra e na melodia. A atenção da congregação acaba sendo dirigida ao gestual, às expressões faciais exageradas, ao maneirismo vocal. Alguns precisam desenvolver a percepção de que há momentos na adoração em que o menos vale mais.

Atualmente, uma referência de muitos admiradores da voz são as cantoras norte-americanas. Não as cantoras do jazz, mas as estrelas do pop. As musas do momento são Mariah Carey e seus hiperagudos, Celine Dion e seus gorjeios apaixonados, Beyoncé e seus melismas dramáticos. Essas três cantoras, donas de um talento vocal insuspeito, são os rouxinóis inspiradores da filosofia “grito, logo existo”. As divas do american brega inspiram boa parte dos concorrentes anônimos dos concursos televisivos de cantoria.

Por mais divertidos que possam ser tais programas, e até mesmo reveladores de talentos genuínos, a insistência na fórmula agudo-melismático-meloso gera clones que satisfazem a audiência, mas produzem o mal do novo século: o maneirismo melodramático.

Não é difícil identificar o que é maneirismo vocal quando se percebe a diferença entre cantar “eu sei que vou te amar” e esgoelar “and I-I-I-I-I-I-I-I-I-I-I will always love you-U-U-U-U-U-U-U-U-U”. As novas gerações de espectadores se acostumaram a tal ponto com esse segundo modo de cantar que chegam a renegar os cantores que apresentam uma forma contida de interpretar.

Repito, não quero dizer que só exista uma forma adequada de cantar. No entanto, quando os fãs de música gospel assoviam e entram em histeria coletiva na hora em que seus cantores prediletos dão seus gritinhos apaixonados-por-Jesus, penso que é tempo de avaliar o quanto a interpretação excessivamente teatralizada tem contribuído para estimular um comportamento gospel cada vez mais semelhante ao das plateias de espetáculos pop. Além disso, as jovens congregações não estão criando expectativas de performance sacra com base em sua escuta de ídolos da música pop?
 
 

domingo, 23 de janeiro de 2011

Homenagem do H.M

Bom, hoje é aniversário da diretora do Hand melody, e o grupo fez uma pequena homenagem para ela.
E nós do fã clube, mostramos com exclusividade esta linda homenagem.



A propósito, Feliz aniversário Lu!!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Deficiência auditiva e surdez

 Qual a diferença entre surdez e deficiência auditiva?
Por vezes, as pessoas confundem surdez com deficiência auditiva. Porém, estas duas noções não devem ser encaradas como sinónimos.
A surdez, sendo de origem congénita, é quando se nasce surdo, isto é, não se tem a capacidade de ouvir nenhum som. Por consequência, surge uma série de dificuldades na aquisição da linguagem, bem como no desenvolvimento da comunicação.
Por sua vez, a deficiência auditiva é um défice adquirido, ou seja, é quando se nasce com uma audição perfeita e que, devido a lesões ou doenças, a perde. Nestas situações, na maior parte dos casos, a pessoa já aprendeu a se comunicar oralmente. Porém, ao adquirir esta deficiência, vai ter de aprender a comunicar de outra forma.
Em certos casos, pode-se recorrer ao uso de aparelhos auditivos ou a intervenções cirúrgicas (dependendo do grau da deficiência auditiva) a fim de minimizar ou corrigir o problema.

Tipos de deficiência auditiva
• Deficiência Auditiva Condutiva
• Deficiência Auditiva Sensório-Neural
• Deficiência Auditiva Mista
• Deficiência Auditiva Central / Disfunção Auditiva Central / Surdez Central
Deficiência Auditiva Condutiva

A perda de audição condutiva afecta, na maior parte das vezes, todas as frequências do som. Contudo, por outro lado, não se verifica uma perda de audição severa.
Este tipo de perda de capacidade auditiva pode ser causada por doenças ou obstruções existentes no ouvido externo ou no ouvido interno. A surdez condutiva pode ter origem numa lesão da caixa do tímpano ou do ouvido médio.
É vulgar nos adultos a perda de audição condutiva, devido ao depósito de cerúmen (cera) no canal auditivo externo. Nas crianças, a otite média, uma inflamação do ouvido médio, é a causa mais comum de perda de audição condutiva. 


Definição de Deficiencia Auditiva
A deficiência auditiva, trivialmente conhecida como surdez, consiste na perda parcial ou total da capacidade de ouvir, isto é, um indivíduo que apresente um problema auditivo.
É considerado surdo todo o individuo cuja audição não é funcional no dia-a-dia, e considerado parcialmente surdo todo aquele cuja capacidade de ouvir, ainda que deficiente, é funcional com ou sem prótese auditiva.
A deficiência auditiva é uma das deficiências contempladas e integradas nas necessidades educativas especiais (n.e.e.); necessidades pelas quais a Escola tanto proclama.


Deficiência Auditiva

Sensório-Neural
A perda de audição neurossensorial resulta de danos provocados pelas células sensoriais auditivas ou no nervo auditivo. Este tipo de perda pode dever-se a um problema hereditário num cromossoma, assim como, pode ser causado por lesões provocadas durante o nascimento ou por lesões provocadas no feto em desenvolvimento, tal como acontece quando uma grávida contrai rubéola.
A sujeição a ruídos excessivos e persistentes aumenta a pressão numa parte do ouvido interno – o labirinto – e pode resultar numa perda de audição neurossensorial. Essa perda pode variar entre ligeira e profunda. Nestes casos, o recurso à amplificação do som pode não solucionar o problema, uma vez que é possível que se verifique distorção do som.


Deficiência Auditiva Mista
Na deficiência auditiva mista verifica-se, conjuntamente, uma lesão do aparelho de transmissão e de recepção, ou seja, quer a transmissão mecânica das vibrações sonoras, quer a sua transformação em percepção estão afectadas/perturbadas.
Esta deficiência ocorre quando há alteração na condução do som até ao órgão terminal sensorial ou do nervo auditivo. A surdez mista ocorre quando há ambas as perdas auditivas: condutivas e neurossensoriais.


Deficiência Auditiva Central / Disfunção Auditiva Central / Surdez Central
A deficiência auditiva Central, Disfunção Auditiva Central ou Surdez Central não é, necessariamente, acompanhada de uma diminuição da sensibilidade auditiva. Contudo manifesta-se por diferentes graus de dificuldade na percepção e compreensão das quaisquer informações sonoras. Este tipo de deficiência é determinado por uma alteração nas vias centrais da audição. Tal, decorre de alterações nos mecanismos de processamento da informação sonora no tronco cerebral, ou seja, no Sistema Nervoso Central.

Classificação BIAP
(Bureau International d’Audiophonologic)

Graus de surdez:
- Leve – entre 20 e 40 dB
- Média – entre 40 e 70 dB
- Severa – entre 70 e 90 dB
- Profunda – mais de 90 dB
• 1º Grau: 90 dB
• 2º Grau: entre 90 e 100 dB
• 3º Grau: mais de 100 dB


Fonte: http://www.deficiencia.no.comunidades.net/index.php?pagina=1400768552


saiba mais em: www.derbp.com.br/surdo_ot.ppt

domingo, 5 de dezembro de 2010

Comprovada a existêcia da familia da Jesus.

A descoberta de um achado aquiológico que comprovam a existência de Jesus e sua família...Que pode confirmar ainda mais a nossa fé.... Pra não perder nenhum detalhe... vou por exatamante como está na matéria que encontrei...

O jornalista e mestre em Teologia, Michelson Borges criticou a mídia pelo silêncio, diante do achado arqueológico referente à família de Jesus. Em entrevista a Rádio Novo Tempo, o especialista qualificou a postura da imprensa como, “no mínimo, tendenciosa” (ao evolucionismo). Ouça a entrevista:

http://www.youtube.com/watch?v=Wm-thDYTo0o&feature=player_embedded

Ela pesa 25 quilos. Tem 50 centímetros de comprimento por 25 centímetros de altura. E está, indiretamente, no banco dos réus de um tribunal de Jerusalém desde 2005. A discussão em torno de uma caixa mortuária com os dizeres “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” nasceu em 2002, quando o engenheiro judeu Oded Golan, um homem de negócios aficionado por antiguidades, revelou o misterioso objecto para o mundo. A possibilidade da existência de um depositário dos restos mortais de um parente próximo de Jesus Cristo agitou o circuito da arqueologia bíblica. Seria a primeira conexão física e arqueológica com o Jesus do Novo Testamento. Conhecido popularmente como o caixão de Tiago, a peça teve sua veracidade colocada em xeque pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA). Em Dezembro de 2004, Golan foi acusado de falsificador e a Justiça local entrou no imbróglio.No mês passado, porém, o juiz Aharon Far­kash, responsável por julgar a suposta fraude cometida pelo antiquário judeu, encerrou o processo e acenou com um veredicto a favor da autenticidade do objecto. Também recomendou que o IAA abandonasse a defesa de falsificação da peça. “Vocês realmente provaram, além de uma dúvida razoável, que esses artefatos são falsos?”, questionou o magistrado. Nesses cinco anos, a ação se estendeu por 116 sessões. Foram ouvidas 133 testemunhas e produzidas 12 mil páginas de depoimentos.
Especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém, Rodrigo Pereira da Silva acredita que todas as provas de que o ossuário era falso caíram por terra. “A paleografia mostrou que as letras aramaicas eram do primeiro século”, diz o professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). “A primeira e a segunda partes da inscrição têm a mesma idade. E o estudo da pátina indica que tanto o caixão quanto a inscrição têm dois mil anos.” O professor teve a oportunidade de segurá-lo no ano passado, quando o objecto já se encontrava apreendido no Rockfeller Museum, em Jerusalém.
Durante o processo, peritos da IAA tentaram desqualificar o ossuário, primeiro ao justificar que a frase escrita nele em araimaco seria forjada. Depois, mudaram de ideia e se ativeram apenas ao trecho da relíquia em que estava impresso “irmão de Jesus” – apenas ele seria falso, afirmaram.
A justificativa é de que, naquele tempo, os ossuários ou continham o nome da pessoa morta ou, no máximo, também apresentavam a filiação dela. Nunca o nome do irmão. Professor de história das religiões, André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, levanta a questão que aponta para essa desconfiança. “A inscrição atribuiria a Tiago uma certa honra e diferenciação por ser irmão de Jesus. Como se Jesus já fosse um pop­star naquela época”, diz ele. Discussões como essa pontuaram a exposição de cerca de 200 especialistas no julgamento. A participação de peritos em testes de carbono-14, arqueologia, história bíblica, paleografia (análise do estilo da escrita da época), geologia, biologia e microscopia transformou o tribunal israelense em um palco de seminário de doutorado. Golan foi acusado de criar uma falsa pátina (fina camada de material formada por microorganismos que envolvem os objetos antigos). Mas o próprio perito da IAA, Yuval Gorea, especializado em análise de materiais, admitiu que os testes microscópicos confirmavam que a pátinaGolan. onde se lê “Jesus” é antiga. “Eles perderam o caso, não há dúvida”, comemorou
O ossuário de Tiago, que chegou a ser avaliado entre US$ 1 milhão e US$ 2 milhões, é tão raro que cerca de 100 mil pessoas esperaram horas na fila para vê-lo no Royal Ontario Museum, no Canadá, onde foi exposto pela primeira vez, em 2002. Agora que a justiça dos homens não conseguiu provas contra sua autenticidade, e há chances de ele ser mesmo uma relíquia de um parente de Jesus, o fascínio só deve aumentar.
Fonte: ISTOÉ 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

 Quadros Poderosos


Na correria da vida...não damos a atenção a algumas coisas... e uma delas são as mensagens subliminares...Você já parou pra observar o que está ao seu redor?E as influências que elas trazem? Pois agora é o momento...

Vou começar contando uma "histórinha".... Havia um homem italiano chamado Bruno Amadio que Assinou como G. Bagolin... Um pintor na época nada famoso que não vendia uma obra... Decidiu participar de um pacto satânico...olha só qual eram as condições... pintar quadros de crianças chorando, mediante a torturas reais...ele se apossou de um orfanato para concluir o pacto e ali concluiu seu ritual... Mas tal escolha acarretaria, uma grandes consequências... famílias todas devastadas...

No livro (apostila) "Satanismo", Daniel Mastral (ex-satanista) comenta:

"Já viram aquelas pinturas de crianças chorando? Formam ao todo 27 quadros (notam o nove ao somarmos os dígitos?). Na verdade estas crianças de fato existiram. Fotografadas antes de serem sacrificadas, posteriormente foram pintadas sob a inspiração de demónios. Toda pintura mostra subliminarmente a imagem de demónios".

Obs.: Quanto ao número dos quadros, Daniel Mastral destacou:

"O preço pago para ele [o autor] ter a fama foi de pintar 27 quadros de crianças, e não que ele só tinha 27 quadros pintados... Foi o preço que ele pagou ao diabo: 27 quadros".

Nada melhor do que a explicação de um ex-satanista (convertido ao Evangelho) para algo maligno.

Olha quais são os quadros...se vocês reconhecerem...comentem...
Segundo alguns colunistas....ele foi entrevistado no fantástico e  disse  que se arrependeu  do pacto depois tanta miséria....que quem tivesse esses quadros que destruíssem...pois ele se espalhou no mundo inteiro.... Por isso também há muitas réplicas...e há muito outros quadros assim...

E olha só seus efeitos....Ocorreram muitos incêndios nos lares que tinham  esses quadros....deixa só eu mostrar a vocês o estrago que fizeram esses quadros...
Observem que o quadro não se queimou.....
E não para por ai.... houve crianças perturbadas... etc...
São as pequenas coisas que fazem a diferença... Posso dizer que é real porque tinha um quadro assim quando criança....E a imagem era muito real....è o momento de fugimos da aparência do mal... Vamos ficar ligados.....valeu?
Que Deus Abençoe Vocês
bjooooo